José Alves, pároco de Porto de Mós, está com salários em atraso há cerca de um ano. Solução? Escrever aos seus paroquianos, pedindo apoio para poder contar com salário e para poder fazer face aos gastos da paróquia.
Artigo exclusivo para os nossos assinantes
Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.
Se já é assinante, entre com a sua conta. Entrar