Imagine um mundo em que as farmácias estavam proibidas de vender medicamentos – mas as parafarmácias dos hipermercados não; ou uma sociedade em que os talhos fossem impedidos de vender carne – mas os supermercados podiam fazê-lo; ou uma realidade em que os barbeiros não estavam autorizados a cortar cabelos e barbas – a não ser que servissem cervejas e snacks. É num labirinto desses que habitam por estes dias as livrarias independentes dos grandes grupos de distribuição.
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