Passam cinco anos na próxima sexta-feira e para eles que sentiram, e sentem de perto, a tragédia que atingiu os concelhos do norte do distrito de Leiria, e causou a morte a 66 pessoas, ainda é difícil falar de 17 de junho de 2017. Referem-se “àquele dia”, “naquela data fatídica”, mas raramente pronunciam “17 de junho”. Com o aproximar do período mais crítico de combate a incêndios rurais e as poucas alterações introduzidas, todos voltam a ficar com o coração nas mãos.
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