A abstenção da CDU e do PS viabilizou a segunda tentativa de garantir um orçamento municipal para 2023 por parte da maioria do +MpM. O documento, que o presidente da Câmara, Aurélio Ferreira, adiantou ter saído das conversas com partidos e vereadores da oposição, passou em reunião do executivo na última segunda-feira, cerca de três meses depois de uma primeira versão ter sido chumbada pelos deputados municipais.
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