Catarina Carmo já tinha ouvido falar nela. Até que, numa deambulação pelas margens do rio, encontrou duas pessoas a falar com a ave. “Achei engraçado o carinho que têm pela garça”. E ficou a questionar-se sobre se a garça do Lis se sente mesmo bem num rio que atravessa a cidade. “Ela já se acomodou mas, às vezes, parece incomodada”. Surgiu-lhe então a ideia de arranjar-lhe uma casa, “apesar de já ter um espaço aqui”. Aqui é a Cascata dos Caniços onde, desde há duas semanas, um grupo de atores e performers trabalha na residência criativa “Estações efémeras”.
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