Como será o mundo daqui a 50 anos? E Portugal e Leiria? E a Sociedade Artística Musical dos Pousos (SAMP), que completará então dois séculos de existência? Podemos tentar um exercício de adivinhação, com elevado grau de suspeita – senão mesmo de certeza – de que falharemos redondamente. Mas há quem pense já seriamente no distante 2073. Na SAMP, estabeleceu-se esse ano como meta para uma missão: escolher um conjunto de conteúdos a integrar numa cápsula enquanto como legado deste tempo, para abrir apenas no bicentenário da instituição.
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