Sérgio Opanasenko tem 15 anos e é natural de Rojny, aldeia a 40 quilómetros da capital ucraniana, Kiev. Chegou à Batalha há aproximadamente ano e meio, integrado num grupo de seus concidadãos que deixaram o país e a guerra que o afeta. Sérgio não é diferente dos seus conterrâneos, a guerra também lhe mudou o quotidiano. Não é, todavia, assunto que traga à conversa. Porque Sérgio aposta na leitura, no conhecimento, na disciplina e no sucesso. Quer aprender, escrever e quer inspirar. Parece estar a conseguir: “ele transforma a minha negatividade em positividade”, confessa Paula Ferreira, a sua professora de apoio de Português, língua não materna, na Escola Secundária da Batalha.
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