Em Alvados, no sopé da serra, germinam da terra futuras pepitas. As oliveiras, que rompem a alcatifa de ervas outonais que cobrem o solo, e que se encavalitam pela serra acima, fazem parte da história da paisagem que, há não muitos anos, parecia estar destinada a ficar entregue a si própria, com o olival praticamente esquecido.
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