Sete exposições, cinco concertos, dois contos noturnos inéditos, sete discos de vinil ouvidos na íntegra e mais de 5.400 visitantes. O Armazém das Artes, fundado por José Aurélio no centro de Alcobaça em 2007, revelou-se logo aí um projeto arrojado, num surpreendente edifício imaginado pelo escultor. Mas manter a atividade naqueles cerca de 2.000 metros quadrados consumiu energias e recursos ao escultor – e o Armazém das Artes fechou em 2012. Com 2023 veio a boa notícia: o maior espaço cultural privado do distrito voltava ao ativo em março. E o primeiro ano de reabertura “foi bastante bom”, reconhece a gestora do Armazém das Artes, Maria Manuel Aurélio, num balanço “claramente positivo” da nova vida do espaço cultural.
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