Diana Matias lembra-se de, em criança, olhar para as borrachas escolares manchadas com tinta e pensar que elas tinham cancro. Com todo o cuidado tentava retirar as zonas “doentes”, com recurso a tesouras ou x-actos. A memória engraçada surge como um prenúncio do que viria a ser o futuro da cientista de 35 anos. É que há mais de 10 anos que trabalha em investigação na área dos tumores cerebrais.
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