Cumpre o segundo mandato à frente da Câmara de Porto de Mós. Do que se propôs a fazer, o que foi alcançado e o que ficou por fazer?
Um autarca tem sempre muitas coisas pendentes. Aquilo que para nós é fundamental é que estamos em condições de poder dizer que vamos avançar – a requalificação da escola secundária. Foi uma grande luta. Quando cá cheguei a escola era a mesma, com mais de 40 anos. Sem plano de acessibilidades para pessoas com mobilidade reduzida, sem climatização. Chovia. Havia baldes. Os telhados foram substituídos, mas a escola não reunia condições. Uma das primeiras visitas que fiz foi no inverno e havia miúdos com mantas. Com frio. Isto não são condições de dignidade. Depois, as escolas de Alcobaça e da Batalha, com obras de grande monta em curso, iriam permitir condições físicas aos alunos e o que eu previa e temia era uma fuga para outros concelhos. Havia necessidade de inverter isto e o percurso foi muito difícil. Fizemos o projeto e uma candidatura ao 2020. É uma das 23 que teve protocolo assinado na passada sexta-feira.
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