Aos sábados, em criança, com a família, era visita frequente na Biblioteca Municipal Afonso Lopes Vieira, em Leiria, para ouvir a “Hora do conto”. Gestos como esse foram decisivos no seu percurso, acredita. “Acredito na lotaria genética: há uma parte de nós que é determinada pela família em que nascemos. No meu caso, acho mesmo que ganhei a lotaria, porque tenho muita sorte nos pais que tenho: eles sempre incutiram o gosto pela leitura e vínhamos muito à biblioteca”.
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