Cerca de três milhões de euros (IVA incluído) é quanto vão custar as substituições do revestimento em fibrocimento e dos vãos envidraçados da Escola Superior de Educação e Ciências Sociais (ESECS) de Leiria.
A empreitada, aguardada desde 2020, vai finalmente avançar e inclui também a requalificação dos sistemas de drenagem de águas pluviais, melhoria da eficiência energética e reforço da segurança.
Com uma duração prevista de quatro meses, a intervenção deverá ficar concluída no verão, para o próximo ano letivo iniciar com instalações renovadas.
A solução arquitetónica foi desenvolvida com base no conceito de “teia do conhecimento”, que, através de “uma malha metálica distendida”, unirá “os vários volumes que compõem o edifício, dando uma sensação de movimento”, salientou o presidente do Instituto Politécnico de Leiria (IPLeiria), na segunda-feira, aquando da cerimónia de consignação da obra.
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Citado em comunicado, Carlos Rabadão destacou ainda a adoção de um sistema de iluminação, composto por fitas LED em tons de azul, que imprimirá, “durante a noite, uma dinâmica e uma vida própria”. “Nos últimos anos, o edifício tem vindo a revelar vários problemas de deterioração, pelo que, apesar da manutenção realizada, era urgente e inadiável efetuar esta intervenção”, frisou ainda o responsável, apontando a necessidade de transformar a escola num “espaço moderno” e com “maior conforto para todos os seus utilizadores”.
O financiamento da obra é assegurado através do Fundo de Reabilitação e Conservação Patrimonial e receitas do IPLeiria.
Quanto à construção da nova ESECS em terrenos da ex-Prisão-Escola, Carlos Rabadão disse aguardar luz verde da tutela.