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Pombal

Residência de estudantes no centro histórico de Pombal vai ter 42 camas

Segundo o autarca de Pombal, as instalações irão servir, numa primeira fase, para albergar os alunos do Núcleo de Formação, e numa segunda fase “os alunos que virão para o Polo de Inovação e Conhecimento”.

Foto: CMP

São 42 camas e um investimento superior a dois milhões de euros. A residência de estudantes no centro histórico de Pombal vai agora avançar, dois anos e três meses após o município ter anunciado que a candidatura tinha sido selecionada para financiamento.

O concurso foi publicado em Diário da República no passado dia 20, com um preço base, sem IVA, de 1.958.053,48 euros e um prazo de execução de 270 dias. O investimento é financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência, mas, à semelhança de outros, “não chega e, portanto, terá de haver a disponibilização de fundos próprios, também com a colaboração da autarquia”, sublinhou no presidente do Politécnico de Leiria.

“Teremos de reforçar, com cerca de 600 mil euros, além do valor financiado [na ordem de 1,3 milhões de euros]”, adiantou Carlos Rabadão à Lusa.

O presidente do Politécnico de Leiria (IPL) esclareceu que o lançamento do concurso estava pendente devido à necessidade de “autorizações das Infraestruturas de Portugal e do IMT [Instituto da Mobilidade e dos Transportes] pela proximidade que tem à Linha [ferroviária] do Norte”.

“Depois de muita insistência, e também da intervenção do presidente da Câmara de Pombal, conseguiu-se desbloquear esta situação”, explicou, adiantando que a expectativa é que obra “comece ainda no mês de julho”, para estar pronta no final de março de 2026.

Salientando que este investimento “está dentro da estratégia do Politécnico, e também do país, em criar mais camas”, Carlos Rabadão admitiu que, “face aos preços atuais do alojamento, ter mais camas, de alguma forma, garante uma maior atratividade” da instituição.

Ainda relativamente a Pombal, acrescentou que o IPL procura, “juntamente com a autarquia, uma solução para substituir os contentores”, perto do IC2, onde são dadas as aulas dos cursos técnicos superiores profissionais, além de uma solução para desenvolver a formação superior na cidade, a qual está em discussão interna no Politécnico.

Para Pedro Pimpão, presidente da Câmara de Pombal, a construção da residência vem “consolidar o ensino superior” no concelho e “contribuir para uma nova dinâmica no centro urbano”, mas é também um desafio, porque a autarquia tem “pouca capacidade instalada para estas obras”. “Esperemos que haja empresas a concorrer”, disse.

Segundo o autarca, as instalações irão servir, numa primeira fase, para albergar os alunos do Núcleo de Formação, e numa segunda fase “os alunos que virão para o Polo de Inovação e Conhecimento”, que se encontra atualmente também em concurso. O objetivo é que este polo integre o atual Núcleo de Formação e uma futura escola do Politécnico de Leiria em Pombal.

Pombal tem já uma residência de estudantes, com oito camas distribuídas por dois apartamentos, destinadas a alunos do ensino secundário, perto da qual ficará o futuro alojamento.

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