Há mais de quatro anos que, para castigo dos vossos pecados, me intrometo regularmente nas vossas leituras. Apoderei-me destas páginas, transformando-as em casa e coração. Infiltrei-me na porosidade do papel e, absorvida pela tinta, por aqui andei desnuda, de cortinados abertos e estores em cima. Basicamente, cheguei e instalei-me sem maquilhagem ou filtros. A Patrícia e o Francisco deixaram-me fazer deste espaço uma praia selvagem e ser capitã livre, solta e um bocado doida. Já o Jorge, ilustrou o meu avesso imprevisível de forma singular.
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