Setembro é transição, saudade e nostalgia; estado irregular assim-assim. (Des)encontros, voltas vazias de regresso, caminhos apagados ou onde já não pertencemos. Natureza, dores meteorológicas, ritmos inconciliáveis, neura (pessoal e coletiva), tempos breves e o eterno retorno. Todos os sinais gritam à nossa volta. Lágrimas fáceis e fantasmas (meus e teus) andam à rédea solta. Por estes dias, a vida aperta-nos mais do que a inflação e os transportes públicos. Nas lonas, a “imunidade sentimental” sujeita-nos ao efeito “maçã da Branca de Neve”, brilhante por fora, mas em decomposição por dentro.
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