Depois de ler a prosa que aqui dediquei ao “fator estudantil”, diz-me um amigo que foi pena não ter falado da minha experiência pessoal nesse domínio. Volto atrás, ao seu encontro, mas sob um outro mote.
Quando terminei o liceu, esperava-me em Lisboa um curso em que grande parte dos professores tinha participado no governo da ditadura… e uma associação de estudantes com pergaminhos democráticos, em que me integrei logo nas primeiras semanas. Três anos depois, muito caminho andado, era eleito para o secretariado das Reuniões-Inter-Associações (RIA) – uma estrutura que coordenava as atividades das associações de estudantes de Lisboa.
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