A minha última crónica, publicada há três semanas, terminava assim: “Os cravos de Abril estão murchos, é tempo de virar a página.” Pois bem, os portugueses deixaram isto bem claro em 10 de Março e responderam ao desafio das eleições de forma assertiva, uma ida às urnas como há muito não se via, uma derrota significativa do PS e da esquerda radical, uma vitória pelos mínimos da AD e uma explosão do Chega.
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