A minha primeira máquina de escrever adquiri-a, como referi, nos meus 16 anos, para atender ao justo protesto tipográfico contra a ininteligibilidade da minha letra. Mas levei algum tempo a convencer a família de que a minha pretensão fazia sentido. E, a bem dizer, não fazia. Não era equipamento corrente nas nossas relações pessoais e não constava de nenhuma lista de material escolar. Como justificar tal despesa?
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